CAPÍTULO
117
Dimitri:
Vocês
são...
Joaquim:
Ana e
Joaquim, seus pais biológicos.
Ana:
Nós temos
que conversar muito. Só lhe peço que confie em nós. Pois não
queremos lhe fazer mal.
Dimitri:
Minha vó
já me disse uma parte. Creio que... deixa pra lá... Me abracem!
(Os
três se abraçam)
UMA
SEMANA DEPOIS...
(Diana
vai à Casa Paroquial)
Diana:
Agora que
tudo já se esclareceu, eu vim aqui para...
Danilo:
Para...?
Diana:
Padre José
Maria, o senhor pode celebrar o nosso casamento, meu e do Danilo?
Padre
José Maria: Até
onde eu sei, vocês já são casados!
Diana:
Não
perante Deus. Além disso, nós vivemos como irmãos até agora.
Queremos obedecer aos mandamentos da Igreja.
Padre
José Maria: É
uma atitude muito bonita vinda de uma jovem como você. É cada vez
mais raro o número de jovens que se preocupa com o namoro santo.
Bem, eu posso realizar o casamento no dia 30 de maio, dia de Corpus
Christi, padroeira dos noivos. Mas...
Danilo:
Mas...?
Padre
José Maria: Terá
que ser casamento comunitário, pois Dimitri e Carolina, Paco e
Tamara também vão casar no mesmo dia.
Diana:
Mesmo? Ai,
obrigada padre!
Padre
José Maria: Que
sejam muito felizes!
(Chega
o dia do Casamento. Todos estão muito felizes e começam a fazer os
votos)
Padre
José Maria: Aceita
esta mulher como sua legítima esposa?
Diana:
Sim, eu
aceito.
Danilo:
E prometo
ser-te fiel...
Dimitri:
Amando-te e
respeitando-te...
Carolina
Na alegria
e na tristeza...
Paco:
Na saúde e
na doença...
Tamara:
Na riqueza
e na pobreza...
Diana:
todos os
dias de minha vida...
Danilo:
até que a
morte nos separe...
(Todos
colocam as alianças.)
Dimitri:
Recebe esta
aliança como prova do meu amor e fidelidade.
Padre
José Maria: Jovens,
o que Deus uniu o homem não separe. Sejam fiéis à vocação que
vocês mesmo escolheram, e principalmente, plantem a felicidade em
seus lares. Que Deus os abençoe. E que a Sagrada Família seja o
exemplo para o vosso matrimônio.
(Neste
momento, todos os casais da Igreja se beijam. Padre José Maria beija
o altar e sai de cena. Os noivos sejam com um beijo o compromisso
assumido perante Deus.)
“As
aventuras de Eu e Ana terminaram. Mas este livro não foi selado para
sempre. Não foi a primeira nem a última vez que jovens apaixonados
decidem viver o amor da maneira certa. Esta história pode ter muitos
outros personagens, se você também vivenciar esta mensagem. Se você
quiser, talvez...”
Post. Augusto Freire

