Apesar do declínio na produção de castanha de caju em Alcântaras,
que nos últimos quatro anos perdeu parte dos seus 1.410 hectares da planta que
não resistiu as constantes secas, a copa da arvores aparentam-se frondosas e
floridas a espera da nova safra que tem pico em meados de outubro.
Apesar de o
estágio vegetativo sugerir uma expressiva produção este ano, há quem diga que pragas voltaram a atacar os arbustos que também sofreram com a “queima do eclipse’
destacam agricultores ouvidos pela reportagem”. Mesmo como tantos problemas, no
município onde a colheita do fruto no passado, foi um dos pilares da economia,
a expectativa é que pelo menos 200 mil quilos de castanha de caju possam ser
produzidos em 2019.
O valor é uma média da produção municipal, elaborada pelo IPECE há quatro anos. Para todo o Estado, de
acordo com o último Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA),
referente ao mês de junho feito pelo IBGE, a estimativa é que a Safra de 2019, mantenha o Ceará como o
maior produtor de castanha de caju no país, com uma produção estimada em 65.172
toneladas. No último levantamento feito com compradores do fruto no município
serrano, foram destacados a exportação de 300 toneladas do fruto, que em 2017
movimentou mais de R$ 1 milhão na cidade.
Post.Francisco Freire

