# COERÊNCIA PESSOAL E O PODER DA PALAVRAS

É sabido por muitos a diferença gritante entre o mandar e o pedir, e esse simples detalhe em várias situações pode transformar-se num tiro cruzado entre chefes e empregados, grandes e pequenos, pedidos e ordens por desmotivação, decepção, falta de credibilidade ofensas e até rejeição.
Em pleno século XXI, tudo evoluiu, mas a ignorância humana ainda se faz presente na postura dos que se julgam superiores, donos do mundo, ou que mesmo temporariamente parecem querer reinar por estarem na sua zona de conforto. No fim da meada e do entrelaçado de linhas o que permanece em jogo sem dúvida é a imagem pessoal que apesar de para muitos não parecer não ter relação com a coerência moral, no final das contas bate de frente com o poder das palavras por nós ditas e por nós atestadas anteriormente do que somos ou procuramos ser a cada instante. Sendo nos autoavaliamos entre querer e poder, pensar e fazer e falar e agir certamente é o mínimo que está ao nosso alcance para evitarmos sermos ou permanecermos incoerentes pelo poder das palavras.
Post.Francisco Freire