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EU E ANA - CAPÍTULO 45

28 fevereiro, 2013


CAPÍTULO 45
Edmundo: Quem te deu permissão pra se meter na minha vida, Luciana? Eu não me importo que você viva a sua vida do seu jeito mas não me obrigue a fazer o mesmo, porque eu sou capaz de...
Luciana: Capaz de que? De que?
(Edmundo se cala)
Luciana: Será melhor eu ir atender as mesas. Pois no que depender de você, estaremos falidos.
(Tayana está passando por um beco, quando é cercada pela gangue de Lobo.)
Lobo: E aí, gatinha? Temos um assunto pendente.
Tayana: Eu não sei do que você tá falando.
Lobo: Pois eu sim. Você vai me pagar por ter me humilhado, tá entendendo? (agarrando-a à força). Tá pra nascer a mulher que vai pisar em cima da minha cabeça.
Tayana: Me solta seu bruto.
Lobo: Você vai ser minha, minha!
Paco: SOLTA ELA, LOBO! SOLTA ELA, JÁ DISSE OU EU TE ARREBENTO!!!
Lobo: Mas se não é o cordeirinho que veio parar direto na toca do Lobo! 
Paco: Fuja, Tay.
Tayana: Mas, e você?
Paco: Eu me arranjo sozinho.
(Tayana corre)
Paco: E você, Lobo. Nós dois precisamos ter uma conversinha.
(Luciana sai da cozinha do restaurante e percebe que falta comida no balcão.)
Luciana: Edmundo, Edmundo, vem cá.
Edmundo: O que foi?
Luciana: Fomos roubados de novo. E acho que foi a mesma pessoa de antes. Ela já conhece o lugar. Tem que ser a mesma.
(Já dentro de casa, Tayana tira a comida roubada da mochilinha. Ela pensa)
Tayana: Você vai me pagar, Edmundo. Vou acabar com você. Se pra você eu sou um mero objeto, vou tomar pra mim todos os objetos que você tem. E te deixar sem nada, para que rasteje no chão e beije os meus pés.
Rosa Mistica (aparecendo): Roubou de novo?
(Enquanto isso, na rua, Paco e Lobo discutem:)
Paco: Eu só quero te dar um aviso. Se eu souber que você pegou num só fio de cabelo da minha irmã com má intenção eu tenho pena da tua alma, eu vou acabar com a tua raça, eu vou quebrar todos os teus dentes!
Lobo: E eu tô morrendo de medo de ti, seu Lambe-Botas! Eu sei me defender.
(Lobo estala os dedos e aparecem Ricky e Juanito, prontos para atacar Paco)
Paco: É homem o suficiente para agredir uma mulher, mas se esconde atrás de sua gangue na hora de enfrentar outro homem. Não seja covarde, Lobo. Me enfrente de Igual pra Igual!... Não pode fazer isso? Você não vale nada. É um Pobre Coitado. Um João-Ninguém.
(Paco dá um chute no estômago de Lobo e ele cai no chão.)
Paco: Isso foi só um aviso... Você me dá pena.

Post. Augusto Freire
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