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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

POLUIÇÃO NA SERRA DA MERUOCA

 MARGENS DA CE 241 VIRA DEPOSITO DE LIXO E TRÁS RISCO PARA A POPULAÇÃO
Lixo na CE 241 - Foto: Freire Filho
Rota de muitos turistas por suas belezas naturais e clima agradável a Serra da Meruoca nas últimas décadas registrou grande desenvolvimento no que tende ao aumento populacional e número de moradias. 
Acompanhado do crescimento veio também os problemas como o mal gerenciamento dos resíduos sólidos, onde é feito superficialmente na zona rural. Devido as dificuldades em controlar o descarte de materiais pelos moradores, as Prefeituras de Alcântaras e Meruoca até investiram na instalação de coletores de lixo as margens de estradas vicinais e das CEs que cortam seus territórios, porém o que veio para melhorar a qualidade de vida, está tornando-se um grave problema ambiental.
 Nas margens da CE 241 por exemplo, devido a irregularidade da coleta dos resíduos, em alguns pontos o lixo tem se acumulado, provocando mal cheio, poluição e contribuindo para a proliferação de ratos e insetos. Por conta da não remoção do material por completo, o vento e as chuvas tem carreado plástico, papel e outros materiais ao longo da rodovia estadual, favorecendo para uma imagem nada agradável para quem visita a região. 
Um dos casos mais visíveis ocorre na altura do Sitio São João das Almas em Meruoca, onde o coletor de lixo está danificado e já não armazena os resíduos. Caso semelhantes também foram registrados pelo Portal Jovem na região do Sitio Macacos e Milagres em Alcântaras, onde as coxias e vegetação as margens da Iraudo Cristino, recém inaugurada apresenta grande volume de resíduos espalhados em alguns trechos. Além da imagem nada sugestiva para os turistas, o lixo neste pontos também pode torna-se criatório do mosquito Aedes Aegypit, nesta época de chuvas o que pode ser  uma grande ameaça para a saúde pública.

Post.Francisco Freire

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